Áreas de Vigilância

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Áreas de Vigilância

Visando avaliar os contextos locais das relações entre as mudanças climáticas e os problemas de saúde, foram definidos sítios sentinelas ou áreas de vigilância a partir dos distintos biomas do Brasil. Os resultados desses estudos, mais localizados e aprofundados, permitirão validar e estabelecer padrões para o comportamento dessas doenças em escala nacional, além de acompanhar tendências de alguns problemas ambientais e de saúde ao longo dos próximos anos. 

 

  • Na Amazônia, o foco recai sobre a água e as doenças relacionadas à água e ao saneamento, como hepatite A, esquistossomose, entre outras; 
  • No Cerrado e partes da Amazônia legal, a preocupação se dá com as queimadas e o aumento de doenças respiratórias.
  • Na Mata Atlântica, o direcionamento se dá para as doenças transmitidas por vetores, como, por exemplo, a dengue, e a expansão da sua área de transmissão;
  • No Pampa, o foco é direcionado para os eventos climáticos extremos (desastres naturais) e a mortalidade por causas externas. A área do Pampa está sendo reformulada.
  • Na Caatinga, busca-se prever o impacto das secas na desnutrição e na migração. O Monitor de Saúde do Semiárido visa rastrear e exibir a magnitude, ou seja, o grau de intensidade, e a extensão espacial da seca e seus impactos na saúde das populações. 
  • A área de vigilância transfronteiriça entre Amapá e Guiana Francesa contribui para um maior conhecimento das situações epidemiológicas, sociodemográficas e ambientais na região.