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A Sabesp informou nesta terça-feira (10) que faz análises para confirmar a existência de uma quarta cota do volume morto no Sistema Cantareira, segundo o SPTV. As represas abastecem 6,2 milhões de pessoas na Grande São Paulo.
O governo do estado não afirma que a quarta cota existe porque alega que os técnicos não sabem dizer quantos litros de água há nesta reserva e se é possível captá-la. A terceira cota, que ainda não foi usada, tem 40 bilhões de litros.

Ambiente Brasil

Portaria do Ministério da Integração Nacional publicada na terça-feira (10) no Diário Oficial da União reconhece situação de emergência em nove municípios: Malhada, na Bahia; Atilio Vivacqua e Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo; Brasília de Minas, Felício do Santos, Itambacuri e Mamonas, em Minas Gerais; e por fim, no estado de Santa Catarina, os municípios de Águas Mornas e São Bonifácio.

Ambiente Brasil

Se as chuvas no Estado de São Paulo continuarem abaixo da média, o sistema Cantareira pode secar em julho, segundo pesquisa realizada pelo Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) em São José dos Campos (SP). O reservatório, que abastece a Grande São Paulo, opera com 6,1% de sua capacidade total nesta terça-feira (10).

Ambiente Brasil

São Paulo – Na Ceagesp, maior central de abastecimento de legumes, verduras e hortaliças da América Latina, instalada na zona oeste da capital paulista, os atacadistas já sentem os efeitos da crise hídrica no estado de São Paulo. Desde o ano passado, quando começaram os problemas de falta de água para a irrigação, os agricultores vêm diminuindo as áreas de plantio e, com a estiagem e o calor excessivo, a produtividade caiu ainda mais.

Rede Brasil Atual

Antes da metade do mês de fevereiro, o volume de chuva captado pelos seis reservatórios do Sistema Cantareira, o principal manancial de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, já acumula 121,1 milímetros (mm), o que representa 70,7% da média histórica para o mês (199,1 mm). Pela sexta vez seguida, o nível de armazenamento subiu: passou de 6,1% para 6,4% de terça (10) para quarta-feira (11).

Ambiente Brasil

Ao contrário do que governos, imprensa e até organizações ambientalistas afirmam, não existe nenhuma crise hídrica no Brasil. Classificar o que está acontecendo com os recursos hídricos nos maiores estados do país como “crise” é reduzir e limitar a real compreensão dos fatos. Crises são acontecimentos abruptos e momentâneos. Um momento difícil na existência, quando enfrentamos – na maioria das vezes – situações quase sempre alheias a nossa vontade.

Vermelho.org.br

RIO DE JANEIRO - O Rio de Janeiro pode ter uma usina de dessalinização, segundo o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), que encomendou um estudo de viabilidade a uma empresa espanhola especializada no tratamento de água do mar.
Essa seria a primeira usina do tipo no Rio e provavelmente no país, segundo o governo estadual. A ideia é construir uma unidade na zona oeste da capital, com capacidade para atender a até 1 milhão dos mais de 16 milhões de moradores do Estado.

EXAME.com

A instalação de uma usina dessalinizadora para transformar água salgada em potável e que atenderia a 1 milhão de pessoas no estado do Rio de Janeiro está em estudos pelo governo estadual para reforçar o abastecimento na região metropolitana, informou ontem (12) o governador Luiz Fernando Pezão.

EcoDebate

Após quase secar durante a estiagem do ano passado, o Rio Piracicaba entrou em estado de emergência na manhã desta quarta-feira (17), situação que ocorre quando o nível atinge 4,20 metros. E às 11h40 desta quarta, o manancial chegou a 4,32 metros em trecho próximo à região central de Piracicaba (SP). Em um dia, houve um aumento de 72% na profundidade, que estava estava em 2,51 metros na terça-feira (16).

Ambiente Brasil

Para preservar a água, o replantio de mudas é uma solução eficaz desde o século 19, no Rio de Janeiro. Diante da crise hídrica da época, o imperador Pedro II ordenou desapropriações na Floresta da Tijuca, onde hoje é Parque Nacional da Tijuca, devastado por plantações de café, e iniciou um amplo reflorestamento. A estratégia propiciou a recuperação natural da mata, que sofria com erosão e estava degradada, segundo a chefe do Laboratório de Geohidroecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ana Luiza Coelho Netto.

Ambiente Brasil

O programa de despoluição da Baía de Guanabara para as Olimpíadas de 2016 já chegou a 49%, segundo o Governador Luiz Fernando Pezão. Ele afirma que irá contar com a compreensão do Comitê Olímpico Internacional, que está na cidade esta semana para encontros com os governos municipal e estadual, caso a meta de 80% da despoluição não seja atingida.

Ambiente Brasil

A escassez de chuvas tem despertado a atenção para a necessidade de se encontrar fontes alternativas de abastecimento para a Grande São Paulo. Para muitos especialistas, a solução da crise hídrica, além de aumentar a capacidade dos reservatórios, seria fundamental o tratamento das águas de rios e córregos.

Ambiente Brasil

Os pneus inservíveis, isto é aqueles que estão “carecas” ou sofreram algum tipo de dano que inviabiliza o uso com segurança, transformaram-se nos últimos anos em um grande passivo ambiental devido à irresponsabilidade de diversos agentes desta cadeia, que deixaram pneus em margens de rios, lagos, estradas, entre outros locais.

EcoDebate

“É evidente que as alterações de uso e cobertura do solo promovidas pela expansão agrícola na região de Cerrado têm potencial para afetar os serviços ecossistêmicos e vários importantes setores da economia do Brasil, tais como agricultura, produção de energia e disponibilidade hídrica”, alerta o pesquisador em hidrologia.

EcoDebate

Apesar das fortes chuvas, a região Sudeste enfrenta uma grave crise hídrica, que está longe de chegar ao fim. A falta de água nas torneiras e a redução da pressão na distribuição impactam de forma negativa na saúde com aumento de doenças como a hepatite A, cólera, e, principalmente, diarreia, alertam os especialistas ouvidos pelo R7.

Notícias R7

A Agência Nacional de Águas (ANA) reduziu, até 30 de junho, o limite mínimo da vazão afluente na Barragem de Santa Cecília, no Rio Paraíba do Sul, de 190 metros cúbicos por segundo (m³/s) para 110 m³/s. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União e entrou em vigor hontem (2).
Desde dezembro do ano passado, a vazão afluente (a que chega à barragem), estava reduzida a 140 m³/s. De acordo com a ANA, a medida objetiva à preservação dos estoques de água disponíveis nos reservatórios e garantir os usos múltiplos dos recursos hídricos, tendo em vista a desfavorável situação hidrometeorológica da região.

EcoDebate

Em época de problemas no abastecimento hídrico e de poucas chuvas, a prefeitura de Vitória realizou o mapeamento de 45 nascentes no território da capital do Espírito Santo. De acordo com o prefeito Luciano Rezende, algumas foram destruídas pela ação humana. A intenção é que essas áreas passem por um trabalho de recuperação e preservação para que a disponibilidade de água seja ampliada na cidade.

G1

Se morasse num lugar árido, o que seria mais apreciado e mais caro?
Caso more ou não num deserto, a água é um dos elementos mais valiosos para a humanidade. No entanto, segundo dados do Banco Mundial, até 2050, mais de um bilhão de pessoas viverão em cidades sem água suficiente. À medida que a população aumenta, também cresce a necessidade de abastecimento. O principal problema é que a quantidade de água no mundo não aumenta.

El País Brasil

Você sabia que um cientista ganhador do Prêmio Nobel mora e ensina no Brasil? Talvez pense que ele é paparicado e ouvido em todas as questões relativas a seu campo de pesquisas. Pois saiba que não, muito pelo contrário. O Nobel radicado no Brasil é tratado como uma batata quente pelo establishment porque, há cerca de 40 anos radicado na Amazônia, é uma voz que clama no deserto (verde), alertando para a rápida destruição da floresta e suas graves consequências.

Amazônia

O nível do Rio Acre diminuiu 40 centímetros nas últimas 35 horas, o que pode ser um sinal de que a pior cheia da história de Rio Branco, capital do Acre, pode estar começando a diminuir. Segundo a Defesa Civil do estado, o nível do rio chegou a 18,4 metros. No entanto, de acordo com as medições feitas no início da manhã de sexta-feira (6), o nível caiu para 18 metros. Até então, a maior cheia do rio havia sido registrada em 1997, quando atingiu 17, 66 metros.

Ambiente Brasil